O ouro e a prata ficaram com o Brasil nos 200m peito. Thiago Pereira conquuistou sua sexta medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Henrique Barbosa foi o segundo colocado.
Thiago Pereira completou a prova em 2min13s51 e bateu o recorde de medalhas do lendário Mark Spitz, norte-americano que conquistou cinco ouros em Winnipeg, em 1967. Djan Madruga, brasileiro, conquistou seis medalhas em 1979, em San Juan, mas foram três de prata e três de bronze.
★ 17ª medalha - Handebol feminino
Tricampeãs. As meninas do handebal brasileiro conquistaram pela terceira seguida a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos. As adversárias foram as cubanas, vitória brasileira por 30 a 17.
O resultado garantiu a vaga da seleção brasileira nas Olímpiadas de Pequim, em 2008. A goleira Chana foi o destaque da seleção no Pan.
★ 18ª medalha - Natação - 200m borboleta
Kaio Márcio conquistou a 21ª medalha da natação brasileira no Pan-Americano. São dez de ouro. Duas delas de Kaio Márcio, que completou a prova dos 200m borboleta em 1min55s45.
Amanhã tem Kaio Márcio, Thiago Pereira, Henrique Barbosa e César Cielo disputam o revezamento 4x100 medley.
★ 19ª medalha - Judô - Até 57kg
Danielle Zangrando, enfim, conquistou um ouro em Jogos Pan-Americanos, depois de passar perto em Mar Del Prata-1995 e Winnipeg-1999.
A adversária da final foi a norte-americana Valery Gotay. Zangrando aplicou um Koka na adversária no início do combate e contou também com uma punição à adversária para administrar o combate e ficar com o ouro.
★ 20ª medalha - Volêi de Praia Feminino
É impressionante a qualidade do volêi de praia brasileiro. Juliana e Larissa, bicampeãs mundiais, venceram as cubanas Fernandez e Larrea, as ex-campeãs pan-americanas, por 21-15 e 21-17.
Em dez sets disputados nos Jogos Pan-Americanos, as brasileiras venceram os dez. Fizeram 210 pontos e viram suas adversárias marcarem a medate disso, 105.
Nos Jogos Olímpicos as brasileiras devem fazer bonito também.
O tão falado, comentado, sonhado e quase extinto camisa 10 no futebol masculino, existe no feminino. Chama-se Marta Vieira da Silva, tem 21 anos e é alogoana.
Marta foi eleita e melhor do mundo pela Fifa ano passado. Joga no Umea, da Suécia, o país que é o Brasil do futebol feminino, mas com o dinheiro europeu mesmo. Marta faz tanto sucesso por lá que um emissora sueca produziu o documentário "Marta - A prima de Pelé".
Todos os holofotes não são à toa. Pelo que eu vi da Marta nos jogos da seleção no Pan deu pra ver que, de fato, ela joga muito. Marta é craque. Tem habilidade, arma bem o jogo e faz gols. A velocidade também é uma de suas principais características. "Ela é uma jogadora fantástica, tem olho para o jogo. Evoluí muito com ela, mas é impossível aprender sua velocidade". Palavras da jogadora Hanna Ljungberg.
Marta é tudo que qualquer time masculino do futebol brasileiro precisa. Tudo que a seleção brasileira precisa para ganhar esse Pan-Americano.
A 12ª medalha de ouro, que não veio no vôlei feminino ontem, veio na natação hoje. Tiago Pereira, mas uma vez ele, com o tempo de 1min57s79 (novo recorde sul-americano e pan-americano), subiu mais uma vez ao lugar mais alto do pódio.
Tiago Pereira foi para a prova dos 200m medley logo após garantir vaga na final dos 200m peito. A medalha de prata ficou com o norte-americano Robert Marlgalis, quase três segundos atrás de Thiago Pereira. Ally, de Barbados, ficou com o bronze.
★ 13ª medalha - Natação - 4x100m livre
O 13º ouro brasileiro foi o 7º ouro da natação e o 5º de Tiago Pereira, que mesmo sem competir na decisão ficou com a medalha dourada já que havia participado dos treinamentos.
A equipe brasileira foi formada por Fernando Silva, Eduardo Deboni, Nicolas Oliveira e César Cielo. O quarteto brasileiro fechou a prova em 3min15s90. Novo recorde pan-americano. O anterior também pertencia ao Brasil.
★ 14ª medalha - Judô - Até 90 kg
31 segundos foram necessários para Tiago Camilo ficar com o ouro no judô, categoria até 90 kg. O Adversário da final foi o cubano Jorge Benevides. O brasileiro aplicou um ippon no adversário.
Tiago Camilo iria competir na categoria até 81 kg nesse Pan. Mas a comissão técnica preferiu o colocara na categoria até 90 kg. Tiago pesa 84 kg.
★ 15ª medalha - Judô - Até 78 kg
Nas duas primeiras lutas Edinanci Silva havia derrotado as adversárias, Mirla Norberto (El Salvador) e Lorena Briceño (Argentina), com o ippon em menos de 10 segundos de combate.
Na final, a adversária foi Yourisel Laborde, de Cuba, atual campeão mundial. Mas a paraíbana Edinanci Silva não se intimidou e ficou com o ouro, vencendo também por ippon. Edinanci repetiu o feito de Santo Domingo-2003. Bicampeã pan-americana. Pela primeira vez uma brasileira atinge o feito.
Mayra Aguira e Luciano Correa também ficaram com medalhas no judô. Prata e bronze, respectivamente.
E o judô vai bem. Das seis chances de medalha, seis foram conquistadas. Duas de ouro, duas de prata e duas de bronze.
A 12ª medalha de ouro brasileira veio de forma dramática. As meninas do volêi venceram Cuba por 3 sets a 2.
A torcida brasileira compareceu em grande número e entre as vaias às cubanas e o canto "eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor", viram uma partida disputadíssima. Jogo digno de final.
O primeiro set foi vencido pelas brasileiras e o placar indicava que não seria fácil a vitória. 27 a 25.
Cuba levou o segundo set por 25 a 22. O Brasil devolveu o mesmo placar no terceiro set. O quarto representou o que foi o jogo.
A seleção brasileira perdia por 24 a 22. Com três pontos de Paula Pequeno chegou a virada. 25 a 24. A disputa ponto a ponto seguiu-se até o final. Cuba fechou em 34 a 32. Set sensacional.
Chegamos ao tie-break. Momento decisivo do jogo. A disputa prevaleceu ponto a ponto. As meninas brasileiras abriram 14 a 12. As cubanas empataram. O locutor do Maracanãzinho pedia o apoio da torcidas às jogadoras brasileiras. E aí...
Bem, esqueçam o título do texto, que eu comecei a escrever antes da partida terminar. Esqueçam a 12ª medalha de ouro. PERDEMOS!!!
A torcida não merecia isso. As jogadoras brasileiras não mereciam isso. José Roberto Guimarães, também não. Ninguém merecia o que aconteceu. O ouro é de Cuba. Falar o quê? 16 a 14 para as cubanas.
O primeirou ouro do dia veio de um nadador acostumado com as vitórias. Thiago Pereira venceu os 200m costas com o tempo de 1m58s42. O bronze ficou com o também brasileiro Lucas Salatta.
A medalha dourada foi a terceira de Thiago Pereira nos Jogos Pan-Americanos.
A natação ainda vai dar muitas alegrias ao Brasil nos jogos de Pequim, ano que vem. Temos uma nova geração de Gustavos Borges e Xuxas. Vai, Brasil.
Bonita homenagem dos atletas do Pan às vítimas do terrível acidente com o avião da TAM.
Aqui fica também a homenagem e o respeito desse blog a todas as vítimas e aos parentes delas.
Mas espero que não tenha que voltar a escrever essas linhas tristes daqui há 10 meses novamente.
Chega da frase "isso poderia ter sido evitado". Vamos começar a evitar de fato. Alguma coisa tem que mudar. Não dá mais pra ver mães chorando a morte de seus filhos. Filhos chorando a morte dos pais. Chega!
A próxima família a chorar pode ser a sua, a de um amigo, a de qualquer outra pessoa. Vamos mudar.
PAZ às famílias das vítimas. E só Deus nessa hora mesmo. Melhor parar por aqui e deixar que o silêncio das próximas linhas fale por mim.
O primeirou ouro do dia veio na natação, com Rebececa Gusmão, 22 anos, nos 50m livre. Foi também o primeiro ouro feminino do Brasil nos Jogos Pan-Americanos.
Rebeca bateu também os recordes sul-americano e pan-americano, com 25s05. A venezuelana Arlene Seneco, que era a maior ameaça para as brasileiras, foi a segunda colocada. Flávia Delaroli era uma das grandres favoritas, mas a brasileira ficou em quarto lugar.
★ 9ª medalha - Natação - 100m borboleta
O ouro foi nosso. A prata, também. Kaio Márcio e Gabriel Mangabeira fizeram a dobradinha brasileira na natação. Kaio ainda bateu o recorde pan-americano com o tempo de 52s05.
Albert Subirats, da Venezuela, ficou em terceiro lugar. O venezuelano era o principal rival e chegou a liderar os primeiros 50 metros.
★ 10ª medalha - Natação - 100m livre
O terceiro ouro brasileiro do dia veio com César Cielo. O nadador ficou com o tempo de 48s79 e superou o recorde pan-americano, que pertencia a Fernando Scherer, o Xuxa.
Por 55 centésimos Cielo não bateu o recorde mundial.
Com as 10 medalhas de ouro, o Brasil ocupa a terceira posição. No total são 38 medalhas: 9 de prata e 19 de bronze. EUA (30 de ouro, 32 de prata e 13 de bronze) ocupam o primeiro lugar. Em segundo, Cuba (13 de ouro, 5 de prata e 9 de bronze).
O dia foi de mesmo de Diego Hypólito e da ginástica brasileira. Em uma categoria que não é o seu forte - os saltos - Hypólito conquistou sua segunda medalha de ouro no Pan. No primeiro salto o brasileiro conseguiu 16,125, no segundo, 16,200. A média de 16,162 lhe garantiu o ouro.
Diego ainda vibrou com o bronze de sua irmã, Daniele Hypólito, no exercício da trave.
★ 7ª medalha - Ginástica Artística - Barra Fixa
O dia brasileiro no Pan-Americano terminou perfeito. Mosiah Rodrigues foi ouro na barra fixa.
O ginasta brasileiro foi o primeiro a saltar, obteve a nota 14,625. Seus outros sete concorrentes saltaram e não conseguiram bater sua marca.
Em segundo lugar ficou o colombiano Jorge Giraldo (14,550). O bronze ficou com outro brasileiro, Danilo Nogueira, nota 14,450.
Dia maravilhoso para o Brasil no Pan.
Parabéns a todos os ginastas que trouxeram medalhas, todos que competiram. A torcida só precisa parar de vaiar os norte-americanos.
Diego Hypólito conquistou a quarta medalha de ouro do Brasil no Pan, a terceira desse dia dourado. Diego cravou 15,875 na disputa do solo e deixou para trás o norte-americano Guillermo Alvarez, com 15,625. Enrique Sepulveda, chileno, completou o pódio.
Pela primeira vez a ginástica artística masculina conquista uma medalha de ouro.
★ 5ª medalha - Ginástica Artística - Saltos
O choro de Jade Barbosa, 16, ontem, após perder na disputa individual geral, se transformou em risos hoje. Na prova de saltos, Jade recebeu a nota 14,912 e ficou com a medalha de ouro. O bronze foi para Laís Souza. A prata ficou a norte-americana Amber Tirani.
Jade Barbosa é da nova geração de ginastas, as que vão suceder Danieli Hypólito e Daiane dos Santos. Parece que as conquistas vão continuar.
O Brasil está em quinto lugar no quadro geral de medalhas. São 23 no total: 5 ouros, 8 pratas e 10 bronzes. Ainda vem muito ouro por aí.
O nadador Tiago Pereira conquistou para o Brasil a segunda medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos, nos 400m medley. Tiago bateu os recordes sul-americano e pan-americano.
★ 3ª medalha - Natação - 4x200m livre
A terceira medalha de ouro veio na natação, mais uma vez. Nos 4x200m livre, a equipe brasileira formada por Thiago Pereira, Rodrigo Castro, Nicholas Santos e Lucas Salatta, cravou o tempo de 7min12s27 e desbancou os norte-americanos, os favoritos até a prova começar.
A disputa foi emocionante. Nicholas Santos assumiu a ponta, na última passagem brasileira na prova. Nos últimos 50 metros Nicholas abriu boa vantagem. É o terceiro ouro. Muitos ainda podem vir na natação. E tem também o taekwndo.
"A seleção que melhor jogou na Copa América morreu na final. Um 0 a 3 cruel com o Brasil B. Terminou em um duro pesadelo o sonho de uma geração que perseguia um título, mas fracassou no último passo. Uma lástima. Basile já tem uma base para o futuro".
O domingo não podia ser melhor para o Brasil. Ouro no Taekwndo com Diogo Silva, no Pan-Americano. Campeão da Liga Mundial de Volêi com a seleção masculina. E título na Copa América. O oitavo título da história. O segundo seguido e contra a mesma Argentina de 2003. Dia perfeito para o Brasil.
Dunga entrou em um 4-2-2-2, que havia usado nos últimos treinos brasileiros, com Elano e Júlio Baptista à frente dos dois volantes, Mineiro e Josué. Robinho jogou ao lado de Vágner Love no ataque. A Argentina foi a campo no mesmo 4-3-1-2 de sempre. Riquelme, Messi e Tevez quase não apareceram no jogo.
A vitória brasileira começou cedo, aos 3 minutos, Júlio Baptista abriu o placar para o Brasil. Elano lançou da direita, Júlio Baptista cortou Ayala e mandou no ângulo, um golaço. Abbondanzieri nada pôde fazer. Cinco minutos após o gol do Brasil, Riquelme perdeu a melhor chance da Argentina no jogo, mandando a bola na trave.
Aos 32, Elano se contundiu e Dunga escalou Daniel Alves em seu lugar. Com Diego e Anderson no banco muitos criticaram a atitude do treinador (mea-culpa). Mas o jogo provou que ele fez o certo. Daniel Alves cruzou para Robinho, aos 39, mas no meio do caminho Ayala colocou os pés na bola, os "pies de Dios". Gol contra. 2 a 0 Brasil.
Alfio Basile tentou mudar no segundo tempo, colocou Aimar no lugar de Cambiasso. Nada mudou. o Brasil continuou jogando mais que uma Argentina que não jogou nada. Pouco depois, aos 21 min., colocou Lucho González no lugar de Verón.
Dois minutos depois, o Brasil decidiu o jogo. Robinho, no campo de defesa, chuta para frente buscando Vágner Love, que avança e toca para Daniel Alves, entre dois defensores argentinos. Daniel Alves, mandou de primeiro para o gol. Um golaço. Muito inteligente a jogada de Vágner Love. Brasil 3 a 0. Brasil campeão. E quase Love fez mais um. Mas já estava de bom tamanho. Robinho foi artilheiro do torneio.
Nas últimas três disputas de título entre Brasil e Argentina, três vitórias brasileiras.
Copa América 2004 - Brasil 2x2 Argentina - 4 a 2 nos pênaltis. Copa das Confederações 2005 - Brasil 4x1 Argentina. Copa América 2007 - Brasil 3x0 Argentina.
Quem esperava um desabafo raivoso de Dunga ao final da partida se surpreendeu. O treinador dedicou o título às crianças, que têm a alma pura.
Mais um título para a seleção masculina de volêi. Mais uma vez a Liga Mundial é nossa. A seleção de Giba, Escadinha e cia., comanda por Bernardinho, venceu a Rússia por 3 sets a 1, de virada.
Os russos venceram o primeiro set por 25-18. O Brasil venceu o segundo (25-23), o terceiro (28-26) e fechou o quarto set com um 25-22. O último ponto foi marcado em erro de saque russo.
Esse foi o sétimo título brasileiro na Liga Mundial (1993, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007), o quinto seguido. Foi também o segundo titulo vencido sobre os russos, o primeiro foi em 1993, em São Paulo. A Rússia derrotou o Brasil em 2002, em Belo Horizonte. Nas últimas sete Ligas, sete finais, seis títulos. Não há adjetivo para esse retrospecto, não há adjetivo para essa seleção. Se vitória mudasse de nome se chamaria seleção brasileira masculina de volêi.
A Itália continua sendo a maior campeã da Liga Mundial, 8 títulos, um a mais que o Brasil. Em 2001, quando Bernardinho assumiu a seleção, a diferença era de sete títulos. O domínio italiano nos anos 90 se repete agora com seleção brasileira. Quem dúvida de que o Brasil vira esse placar?
É impessionante o poder de reação que esse time tem. Raça, vontade, garra, determinação não faltam aos jogadores. Nem ao treinador. Além das últimas ligas, são também os campeões dos últimos dois campeonatos mundiais (2002 e 2006), da última Copa do Mundo (2003) e da última olímpiada (Atenas, 2004). Exemplo para qualquer equipe de qualquer esporte. Se fizerem uma lista das maiores seleções em esportes coletivos, essa seleção estará com toda a certeza.
Dia 23 é a estréia no Pan-Americano. Desde 1983 que o volêi masculino não fica com o título. Em 2003, no Pan de Santo Domingo, os venezuelanos foram os algozes, derrotaram na semifinal o Brasil, que terminou com bronze.
Depois de seis medalhas de prata e cinco de bronze, o tão esparado ouro saiu para o Brasil.
A medalha foi conquistada pelo paulista Diogo Silva, primeiro nome de campeão, que venceu o peruano Peter Lopéz por 3 a -1, no Taekwndo, na categoria até 68 kg. Emocionante o brasileiro chorando no pódio. Diogo Silva recebe um salário mensal de 600 reais.
O Brasil pulou para a quinta colocação no quadro geral de medalhas.
Perfil do campeão
Nome completo: Diogo André Silvestre da Silva Data de nascimento: 07/03/1982 Local de nascimento: São Sebastião (SP) Altura: 1,78 m Peso: 68 kg Residência: Campinas (SP) Clube: Ponte Preta Música: hip hop, soul, funk, maracatu, reggae, ragga e outros alternativos Categoria: Até 68 kg Participações em Olimpíadas: Atenas-2004 Campanha em Atenas: 4º lugar Principais conquistas: bronze no Mundial Júnior (1998) e no Pan de Santo Domingo-2003, ouro no Pan do Rio-2007. Ídolos: Muhammad ali e Nelson Mandela Site: www.diogosilva.com.br / Comunidade no orkut
Pelo seu perfil no site de relacionamentos orkut dá pra ver que Diogo Silva é muito ligado ao movimento negro, entre suas comunidade estão "Movimento Negro", "Negros de Campinas", "Black Campinas", "Jorge Ben", entre outras. ele se define como um "alucinado por liberdade".
Texto publicado pelo Uol Esporte em 2004.
"A participação de Diogo Silva na Olimpíada de Atenas foi marcante. O brasileiro surpreendeu e chegou na decisão do bronze, perdendo a medalha para o sul-coreano Myeong Seob Song. Na luta, ele entrou com uma luva preta dos Black Panthers (Panteras Negras, movimento de militantes negros norte-americanos no final da década de 60), que o juiz o fez tirar. O objetivo era protestar contra a falta de apoio do esporte no país."
A festa foi muito bonita, apesar do atraso de mais de 30 minutos.
Elza Soares emocionou a todos cantando o hino nacional, com sua voz rouca e inconfundível. Foi um dos grandes momentos da festa.
A delegação argentina entrou no estádio do Maracanã e não foi vaiada, pelo contrário, o público presente apaludiu a delegação "hermana". E todas as demais foram aplaudidas, menos a delegação norte-americana, a única vaiada, graças ao seu antipático e patético presidente.
Quando os atletas brasileiros entraram no Maracanã, o público foi a loucura. Vanderlei Cordeiro de Lima carregava a bandeira, e pulava feito uma criança. Outro momento emocionante.
Lula foi vaiado e quem abriu os jogos pan-americano foi o presidente do COB (Comite Olímpico Brasileiro), Carlos Arthur Nuzman.
Torben Grael entrou com a tocha no Maracanã. Entregou para Carlão e o time campeão olímpico de volêi em 1992, em Barcelona. A torcida aplaudiu os campeões, que foram junto com a torcida.
Do volêi masculino a tocha foi para o basquete feminino, que foi prata em 1996, em Atlanta. Magic Paula recebeu a tocha e passou para Sandra Pires, do vôlei de praia, ouro na mesma olímpiada, fazendo dupla com Jacqueline.
Sandra passa a tocha para Gustavo Borges. Para finalizar, Joaquim Cruz, ouro em Moscou, em 1984, e prata em Seul, em 1988, acende a pira olímpica. Estava aberto os jogos pan-americanos.
Na abertura dos jogos Pan-Americanos, o presidente Lula foi vaiado pela torcida presente ao estádio do Maracanã. Não é a primeira vez que o presidente recebe uma vaia dessas em estádio de futebol.
Em 1989, no Morumbi, o então candidato a presidência e corintiano confesso, Luiz Inácio Lula da Silva, foi acompanhar a final do Campeonato Brasileiro, entre São Paulo e Vasco. Quando soube da presença de Lula, a torcida do São Paulo deu uma sonora vaia ao candidato, que foi embora do estádio antes de o fim da partida.
O resto da história todos sabem. Sorato marcou o gol do Vasco, que venceu por 1 a 0, e ficou com o título nacional. E Lula não venceu o global Fernando Collor nas eleições.
Alguns jogadores não aceitam ser expulsos. Outros não aceitam ver um companheiro expulso. Zequinha, de Portugal, se revoltou com o árbitro, que ia dar cartão vermelho para Mano, em jogo contra a Espanha, nas quartas-de-final da Copa do Mundo Sub-20.
Resultado: os dois foram expulsos e Portugal foi eliminado. A cena entra para a história do futebol mundial.