Pentacampeão: cinco momentos do penta!!!
Por Diogo Costa
 Folha Imagem - Rogério Ceni ergue a taça dada pela Federação Paulista
Festa fora do estádio - A festa do pentacampeonato começou muito antes da partida começar. Antes de os portões serem abertos os arredores do Morumbi já estavam entupidos. Os cambistas e os flanelinhas faziam a festa deles, com ingressos e estacionamento caros. A torcida soltava fogos, cantava... Era só uma câmera ser ligada para que os torcedores cantassem ainda mais e se aglomerassem. A festa estava muito bonita. Sem nenhum briga. E ficou ainda mais quando o ônibus do São Paulo chegou. O ônibus chegou com a torcida cantando o hino do time e logo em seguida "dá-lhe, dá-lhe Tricolor, seremos campeões mais uma vez". E mais fogos clarearam o céu do Morumbi. Às 21h milahres de são-paulinos ainda estavam do lado de fora do estádio, bebendo e comendo o tradicional lanche de pernil. As filas para entrar no estádio estavam enormes.
Festa dentro do estádio - A festa fora do estádio estava boa. Dentro do estádio, melhor ainda. Os são-paulinos tremulavam as bandeirinhas distribuídas pela diretoria do clube. Bexigas nas cores do São Paulo e do Brasil foram soltas no meio de campo. A torcida não parava de cantar. O cantor Daniel, com uma camisa 10 do São Paulo, foi ao gramado e cantou o hino do clube, acompanhado por mais de 69 mil torcedores. Os jogadores do São Paulo demoraram a entrar em campo. Quando entraram, a festa da torcida foi parecida ou maior do que a festa na entrada dos jogadores na final da Libertadores-2005.
Primeiro tempo - Quando a bola rolou a empolgação da torcida continuou. "Pentacampeão" foram os gritos ouvidos após o apito inicial. E os torcedores não pararam durante o primeiro tempo. O São Paulo jogava melhor, como era de se imaginar, e o gol era só questão de tempo. Aos 38 minutos o Morumbi explodiu de vez. Hernanes chutou de fora da área, uma pancada, São Paulo 1 a 0. E a torcida do São Paulo fez festa outra vez, não com um gol do Tricolor, mas com o empate do Flamengo pra cima do Corinthians, no Maracanã. Ainda teve uam cobrança de falta de Rogério Ceni que foi na trave. E assim terminou o primeiro tempo. Durante o intervalo os são-paulinos não pararam também. A torcida Independente, Dragões da Real e os São-paulinos na Geral continuaram cantando. Até o sistema de som do Morumbi interromper o canto dos torcedores colocando músicas para tocar.
Segundo tempo - Faltavam apenas 45 minutos para a festa do título. E o segundo tempo começou muito bem. Aos quatro minutos Miranda fez o segundo gol. 2 a 0. Faltavam 41 minutos para o título. e antes do terceiro gol são-paulino quem marcou foi o Flamengo. E a torcida tricolor comemorou mais uma vez. E no decorrer do jogo a torcida Independente começou a gritar o nome dos jogadores. De todos, inclusive Richarlysson. Depois cantou "olê, olê, olê... Telê, Telê" e, em seguida, "É Muricy, é Muricy". 69 mil pessoas juntas. Até que o árbitro Lourival Dias Filho pediu a bola e pôs fim a partida. São Paulo pentacampeão. 1977, 1986, 1991, 2006 e 2007.
A festa do título - Segundos antes de o juiz apitar os jogadores do banco já haviam invadido o campo. Após a partida, o sistema de som tocou o hino do São Paulo seguidas vezes, e a torcida acompanhou, balançado as bandeirinhas. O palco foi montado e os jogadores receberam dois troféus, um dado pela Federação Paulista de Futebol e outro dado por empresários são-paulinos. Nenhum torcedores arredava pé do Morumbi. Com as taças em mãos os jogadores iniciaram uma volta olímpica. A torcida gritava "pentacampeão", gritava também os nomes dos jogadores. Festa sem fim. Após a volta, muitos jogadores foram para o vestiário. Rogério Ceni ficou no gramado. O estádio já tinha quase ninguém mais, mas o capitão do time continuava lá. Dando entrevistas e acenando para os poucos torcedores que gritavam o seu nome. E a festa se seguiu fora do estádio, nas ruas e bares Brasil à fora.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 15h57
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Romário treinador
Por Diogo Costa
Na quarta-feira passada (24), em São Januário, diante do América-MEX, Romário viveu uma experiência única (ou não). O Baixinho, acostumado a balançar as redes dos adversários, ficou no banco. Como treinador. Entrou na segunda etapa, mas não conseguiu mudar o placar de 1 a 0 para o Vasco, gol marcado por Leandro Amaral, que não livrou a equipe da eliminação na Copa Sul-Americana.
A idéia de ter Romário no banco, como técnico, foi uma ótima sacada por parte de Eurico Miranda. O camisa 11 ainda não está preparado para ser treinador, e nem deve querer isso, mas por um jogo só não tinha nada demais. E para Romário, ficar no banco é uma grande ironia do destino, não só porque ele não gosta do banco, ele gosta de jogar.
Mas também por uma frase dele: "técnico bom é aquele que não atrapalha". Ele não atrapalhou, de fato. Mas mudou bastante o time, inclusive tirando o goleiro titular Silvio Luis e colocando Cássio em seu lugar. Antes, o Baixinho já havia mudado o horário do treinamento para às 16 horas. A segunda mudança tem a sua cara.
A aventura de Romário ficou apenas em uma partida, Valdir Espinosa foi anunciado na última sexta e comandou a equipe no empate diante do Palmeiras.
Para o ano que vem, Cuca e Ney Franco são sondados. Será mesmo que um desses pode ir para o Vasco?
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 17h04
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