Certo, Mano!
Por Diogo Costa
Quando a diretoria do Corinthians erra, a imprensa cai de pau em cima. Os torcedores, idem. E não foram poucos os erros nos últimos anos. E também não serão poucos nos próximos anos. Mas a contratação de Mano Menezes merece os parabéns.
O Mano da Fiel vai dar nova cara a esse time, que sequer teve cara nos últimos anos. Mano Menezes conhece como poucos a Série B. Em 2005 esteve lá com o Grêmio. Foi, viu e venceu.
No Corinthians tem tudo para repetir o feito. Mas, claro, precisa de reforços. Esse time do Corinthians não é equipe para a Série A, mas também tem nomes que não se dariam bem na Série B.
A Fiel espera que seu novo Mano dê jeito na situação e traga o Timão de volta à primeira divisão para 2009.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 22h18
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Os últimos 10 brasileiros
Por Diogo Costa
Para muitos, a equipe do Corinthians que disputou o Campeonato Brasileiro desse ano foi a pior da equipe alvinegra em todos os tempos. O rebaixamento ratificou a tese. Mas nos últimos 10 anos, o Corinthians teve time tão piores quanto, ou até mais, como os de 1997 e 2000. Talvez a diferença tenha sido a sorte que essas equipes tiveram. Não fosse sorte, regulamento de alguns campeonatos e vitórias na última rodada, rebaixamento no Corinthians não seria novidade.
Em 1997, o Timão terminou o Campeonato Brasileiro em 17º lugar - 26 equipes disputaram o torneio. O primeiro dos rebaixados, o Bahia (23º) somou 26 pontos, três a mais que o Corinthians. A salvação se deu na última rodada, com vitória sobre o Goiás, 2 a 0, no Serra Dourada. Foi por pouco. Depois vieram os timaços e as conquistas em 1998 e 1999. O ano de 2000 começou com o título mundial, mas poderia ter terminado mal.
Pelo regulamento da Copa João Havelange - o Brasileirão daquele ano - não haveria rebaixamento. Sorte do Corinthians. O alvinegro terminou a primeira fase com 16 pontos, em penúltimo lugar. Nos Brasileiros seguintes, ficou em 18º em 2001, com 34 pontos em 27 jogos (28 equipes participaram do campeonato e caiam quatro). Em 2002 chegou à final, perdeu para o Santos de Robinho, Diego e cia.
No campeonato de 2003, o primeiro da era dos pontos corrridos, somou 59 pontos em 46 partidas e terminou a competição como o 15º entre 24 equipes - apenas duas caiam. Em 2004 foi o quinto colocado, com 79 pontos, e garantiu vaga na Copa Sul-Americana. No final de 2004 o Corinthians assinou contrato com a MSI.
Os galácticos trazidos pelo investidor obscuro deu ao Corinthians o título de campeão brasileiro de 2005. A equipe de Tevez, Roger, Carlos Alberto e cia. somou 81 pontos, apenas três a mais que o vice-campeão Internacional. O Brasileiro de 2005 ficou marcado pela "Máfia do Apito". Entre os 11 jogos anulados pelo STJD, apitados por Edilson Pereira de Carvalho, estavam duas partidas do Timão. Em gravaçoes da Polícia Federal, Alberto Dualib, ex-presidente do clube, aparece dizendo que "o campeonato de 2005 foi roubado e que o Inter era o legítimo campeão". Em 2006 o Corinthians foi o nono colocado. Esse ano aconteceu o que poderia ter acontecido em 1997 e 2000, o alvinegro caiu.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 23h16
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Os 11 da CBF
Por Diogo Costa
Rogério Ceni foi o nome da festa de premiação dos destaques do Brasileirão organizada pela CBF, ontem, no Rio de Janeiro. O goleiro tricolor ficou com três prêmios: melhor goleiro, craque do campeonato e craque da torcida. Miranda, Breno, Hernanes e Richarlysson foram os outros são-paulinos escolhidos como melhores em suas posições.
O Flamengo teve dois jogadores no time dos melhores do campeonato. E ficou também com o prêmio de melhor torcida. Leonardo Gaciba foi escolhido o melhor árbitro. Muitos flamenguistas estavam presentes na platéia. Por isso, Rogério Ceni foi vaiado em alguns momentos. Os rubro-negros não esquecem a taça das bolinhas. Mas eles também ficaram felizes, não só com o prêmio dado aos jogadores e a torcida do clube, mas também porque Leandro Amaral, atacante do Vasco, foi o segundo colocado na premiação de melhor atacante.
Goleiros: Diego Cavallieri (Palmeiras) Felipe (Corinthians) Rogério Ceni (São Paulo)
Lateral-direito: Coelho (Atlético-MG) Joílson (Botafogo) Léo Moura (Flamengo)
Zagueiros: Breno (São Paulo) Fábio Luciano (Flamengo) Thiago Silva (Fluminense)
Alex Silva (São Paulo) Miranda (São Paulo) Juninho (São Paulo)
Lateral-esquerdo: André Santos (Figueirense) Juan (Flamengo) Kléber (Santos)
Volantes: Hernanes (São Paulo) Maldonado (Santos) Pierre (Palmeiras)
Martinez (Palmeiras) Richarlyson (São Paulo) Rodrigo Souto (São Paulo)
Meias: Diego Souza (Grêmio) Ibson (Flamengo) Paulo Baier (Goiás)
Jorge Wágner (São Paulo) Thiago Neves (Fluminense) Valdívia (Palmeiras)
Atacantes: Acosta (Náutico) Dagoberto (São Paulo) Leandro Amaral (Vasco)
Aloísio (São Paulo) Dodô (Botafogo) Josiel (Paraná)
Técnico: Caio Júnior (Palmeiras) Joel Santana (Flamengo) Muricy Ramalho (São Paulo)
Craque do Brasileirão: Acosta (Náutico) Rogério Ceni (São Paulo) Valdívia (Palmeiras)
Craque da torcida: Acosta (Náutico) Rogério Ceni (São Paulo) Valdívia (Palmeiras)
Torcida: Flamengo
Árbitro: Héber Roberto Lopes Leonardo Gaciba Paulo César Oliveira
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 23h35
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Toda a nação ligada!!!
Por Diogo Costa
No Olímpico, em Porto Alegre, Grêmio (6 milhões de torcedores) x Corinthians (25 milhões de torcedores). No Serra Dourada, em Goiânia, Goiás x Internacional (5 milhões de torcedores). Em São Januário, no Rio de Janeiro, Vasco (10 milhões de torcedores) x Paraná. No Parque Antártica, em São Paulo, Palmeiras (12 milhões de torcedores) x Atlético-MG (3,6 milhões de torcedores). No Mineirão, em Belo Horizonte, Cruzeiro (6,6 milhões de torcedores) x América-RN. Em disputa, a luta para não cair para a segunda divisão e a briga pela vaga na Taça Libertadores da América.
Logo no início da jornada os paranistas viram que o domingo não seria um dia legal. Com um a menos, o time perdia por 1 a 0. Perdeu mais um jogador durante a partida e perdeu por 3 a 0. Caiu. A última vaga ficava entre Corinthians e Goiás.
As partidas marcadas para às 16h começaram com atraso. E no jogo do Corinthians, logo no primeiro minuto, o Grêmio fez 1 a 0. Alegria dos gremistas e de muitos outros torcedores Brasil a dentro. Goias x Inter empatavam. Àquele momento o rebaixado era o Corinthians. Nove minutos depois o Inter abria o placar no Serra Dourada para alegria de 25 milhões de corintianos. E tristeza dos próprios colorados, que torciam contra o time para ver o Corinthians rebaixado. Goiás na segundona. 19 minutos depois, Élson fez a alegria da torcida do Goiás (e de gremistas, colorados, palmeirenses...) ao empatar o jogo no Serra Dourada. Mas no minuto seguinte, Clodoaldo empatou para o Corinthians. E assim terminou o primeiro tempo das partidas. Goiás rebaixado.
Palmeiras e Atlético-MG empatavam em 1 a 1. O Cruzeiro vencia o América-RN e ficava com a vaga na Libertadores. Vampeta até lembrou os gremistas, no primeiro tempo, de que o Cruzeiro vencia, mas não adiantou. O Corinthians não conseguiu fazer gol no segundo tempo. Nem o Grêmio. No Parque Antártica, Atlético-MG 2 a 1.
25 milhões de corintianos torciam loucamente pelo Timão ou pelo Inter, mais até do que os próprios colorados. 11 milhões de palmeirenses perderam a esperança na vaga na Libertadores quando o Atlético-MG fez 3 a 1. A preocupação dos palestrinos passou a ser o rebaixamento do arqui-rival Corinthians, que ficou mais perto com o pênalti para o Goiás. Paulo Baier correu, bateu e... Clemer se adiantou e defendeu irregularmente. O árbitro mandou voltar. Paulo Baier perdeu novamente. E novamente foi mandado voltar. Na terceira tentativa, Élson susbstituiu o camisa 10 e converteu. Goiás 2 a 1.
Os jogos foram se encerrando. O Cruzeiro venceu e seus 6,6 milhões de torcedores puderam comemorar a vaga na Libertadores, que só veio graças ao arqui-rival Atlético que (para alegria ou tristeza de seus 3,6 milhões de torcedores) derrotou o Palmeiras, 3 a 1.
Sobraram apenas as partidas de Goiás e Corinthians. Às 18h14 a partida do Goiás se encerrou. Ao Corinthians restavam poucos minutos para fazer um gol. Mas não deu. Às 18h16 Alício Pena Júnior apitou o final no Olímpico. O Brasileirão chegava ao fim.
Onze milhões de palmeirenses, cinco milhões de gremistas, seis milhões de colorados, torcedores do Goiás... Todos faziam festa. 25 milhões de corintianos choravam. Derrotados momentânemamente. Era o fim...
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 23h27
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