Aos perdedores, o choro...
Por Diogo Marcondes
O Placar de 4 a 1 para o Palmeiras em cima do São Paulo não mostra o que foi o jogo. O Tricolor dominou o primeiro tempo e poderia ter feito mais que o único gol da primeira etapa. No segundo tempo, quando a partida estava empatada, Adriano perdeu um gol praticamente feito. Mas na segunda metade da segunda etapa, três pênaltis desequilibraram o placar a favor do alviverde. No fim, pelo que foi o jogo, o resultado foi injusto. Mas pelos lances a favor do Verdão, foi justíssimo.
Os três pênaltis existiram e não há o que reclamar. Júnior foi infeliz no primeiro, dando um carrinho desnecessário e imprudente dentro da área. A defesa bobeou no segundo e não restou outra alternativa a Juninho que não fosse cometer o pênalti. No terceiro, outro carrinho infeliz, por trás, de Richarlyson. Três pênaltis claríssimos, que até o presidente são-paulino Juvenal Juvêncio marcaria, menos Marco Aurélio Cunha, superidente da equipe.
Durante a semana Marco Aurélio "chorou" por onde passou, e até que teria razão se o "choro" fosse apenas pela cotovelada de Kléber em cima de André Dias, digna de expulsão e punição nos tribunais. Mas o superintendente tricolor perdeu a razão quando reclamou dos pênaltis bem marcados. Porém, por outro lado, MAC pode ter conseguido o efeito desejado: desviar o foco da derrota. Independente disso, mais do que saber ganhar é preciso saber perder. Muitos ainda não sabem, em todos os times.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 17h29
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l l l l S E Ç Ã O : H U M O R F . C . l l l l
No lance de gol de empate do Palmeiras no clássico contra o São Paulo, Kléber, atacante do Verdão, deu um corte em Juninho, zagueiro do Tricolor. A placa publicitária talvez seja uma pista de onde Juninho tenha ido.

Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 22h23
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