Campeonato Carioca - Final
Por Diogo Marcondes
Flamengo x Botafogo 1º jogo - 27/04 - Maracanã 2º jogo - 04/05 - Maracanã
Títulos: Flamengo - 29 Botafogo - 18
Flamengo e Botafogo decidiram o Campeonato Carioca em três ocasiões: 1962, 1989 e 2007. Nas duas primeiras deu Botafogo. Em 1962, na final, o alvinegro passou pelo rubro-negro com o placar de 3 a 0. Garrincha marcou dois gols e fez o que muitos consideram sua melhor atuação com a camisa sete botafoguense.
Em 1989 o herói do título foi Maurício, outro camisa sete. O grito de campeão estava preso na garganta desde o bicampeonato de 1968. Na última vez que se encontraram, deu Flamengo. Após 2 a 2 nos dois da decisão, o Fla venceu por 4 a 2 nos pênaltis.
O clássico também pode ser escrito, literalmente, por frases. "Já mandei a nega véia fazer a feira, porque o bicho de amanhã está garantido". A frase era do goleiro Manga, que sempre provocava os rivais flamenguistas antes do clássico na década de 60.
Em 1972 o Botafogo de Jairzinho venceu por 6 a 0 no Campeonato Brasileiro, o "furacão" da Copa de 1970 fez até gol de letra. A torcida do Botafogo passou a levar ao estádio duas faixas. Uma com os dizeres "nós gostamos de V0x6" e outra "seis a zero é igual a cinco porque gol de letra não vale". Em 1981 o Flamengo devolveu a goleada. Além dos três estaduais, os rivais se enfrentaram na final do Brasileirão de 1992. Deu Flamengo.
Campanha em 2008: Botafogo - 15j / 37p / 12v / 1e / 2d / 43gp / 15gc Flamengo - 15j / 35p / 11v / 2e / 2d / 38gp / 16gc Campanhas integradas da Taça Guanabara e Taça Rio
Botafogo e Flamengo lideraram seus grupos na Taça Guanabara. O Fla com 18 pontos no Grupo A e o Fogão com 16 pontos no Grupo B. Na semifinal, o time comandado por Cuca venceu o Fluminense por 2 a 0. Na outra partida da semi, o time de Joel Santana passou pelo Vasco, 2 a 1. Na final as duas equipes se enfrentaram. Diego Tardelli marcou o gol do título flamenguista aos 46 do segundo tempo.
Na Taça Rio, o Botafogo repetiu a liderança no Grupo 2, com 21 pontos em 24 possíveis. O Flamengo, já garantido na final do Campeonato Carioca e preocupado com a Taça Libertadores, foi vice-lider do Grupo A. Mais uma vez as duas equipes se enfrentaram. Deu Botafogo, 3 a 0. Na final, o time da Estrela Solitária bateu o Fluminense, 1 a 0.
A final: Os prováveis times que Cuca e Joel Santana mandarão a campo na primeira partida da final. Botafogo: Renan, André Luís, Renato Silva e Leandro Guerreiro; Diguinho, Túlio, Túlio Souza e Lúcio Flávio; Fábio, Wellington Paulista e Zé Carlos. Técnico: Cuca. 4-3-3 Flamengo: Bruno, Fábio Luciano, Cristian e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Kléberson, Toró, Íbson e Juan; Marcinho e Souza. Técnico: Joel Santana. 3-4-1-2
No gol, Bruno ganha ainda mais moral após o gol de falta. Castilho, machucado, não joga, no seu lugar entra o Jovem Renan, que falhou no gol da Portuguesa no meio de semana. Jorge Henrique também não joga. Mas mesmo assim, acredito que ao final dos 180 minutos dê Botafogo. O time de Cuca só não pode entrar em campo achando que é o último jogo da vida. Se pensar assim, o nervosismo fala mais alto e o time se perde em campo.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 14h39
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Campeonato Gaúcho - Final
Por Diogo Marcondes
Juventude x Inter 1º jogo - Alfredo Jaconi 2º jogo - Beira-Rio
Títulos: Inter - 37 Juventude - 1
Enfrentar o Internacional na final trás boas lembranças ao Juventude. O seu único título estadual foi conquistado sobre o rival da capital, em 1998. Na final o time de Caxias venceu por 3 a 1 em casa e segurou o 0 a 0 em Porto alegre.
Em 1994, o campeonato teve o Inter como campeão e o Juventude como vice, mas a competição era disputada no sistema de pontos corridos. O Colorado terminou cinco pontos à frente, 67 a 62.
Campanha em 2008 Inter - 14j / 30p / 10v / 2e / 2d / 34gp / 9gc - 1º do grupo 2 Juventude - 14j / 20p / 6v / 2e / 6d / 17 gp / 16 gc - 4º do grupo 2
Inter e Juventude estiveram no mesmo grupo na 1ª fase do Campeonato Gaúcho, mas fizeram campanha bastante diferentes. O Inter liderou com folga na liderança, seis pontos à frente do segundo, enquanto o Juventude só garantiu vagas pelo número de vitórias - uma a mais do que o São Luiz.
Mesmo com a vantagem colorada, o time de Caxias venceu os dois duelos entre eles na comeptição. 1 a 0 no Beira-Rio e 3 a 0 no Alfredo Jaconi.
Por ser o último do grupo, o Juventude enfrentou nas quartas-de-final o Grêmio. Perdeu o primeiro jogo em Caxias, 2 a 1, mas venceu no Olímpico, 3 a 2, e se classificou pelos gols marcados fora de casa. O Inter enfrentou a Ulbra e venceu os dois jogos.
Na semifinal, o Colorado derrotou o Caxias nas duas partidas: 1 a 0, em Caxias, e 4 a 2. O alviverde perdeu a primeira partida para o Inter de Santa Maria, 1 a 0, mas venceu o segundo, 4 a 2.
Últimos jogos
O equilibrio marca o jogo entre Inter e Juventude nos últimos tempos, mas o time de Caxias leva pequena vantagem sobre o rival da capital. Nos últimos 11 jogos, não houve empate. O Colorado venceu cinco contra seis vitórias do Juventude.
12/3/2008, Gaúchão — Juventude 3x0 Inter 1/2/2008, Gaúchão — Inter 0x1 Juventude 21/10/2007, Brasileirão — Inter 3x0 Juventude 21/7/2007, Brasileirão — Juventude 2x0 Inter 17/3/2007, Gaúchão — Inter 1x0 Juventude 4/2/2007, Gaúchão — Juventude 2x1 Inter (em Cidreira) 26/10/2006, Brasileirão — Inter 1x0 Juventude 16/7/2006, Brasileirão — Juventude 2x0 Inter 22/10/2005, Brasileirão — Juventude 2x1 Inter 17/7/2005, Brasileirão — Inter 5x2 Juventude 3/4/2005, Gaúchão — Inter 1x0 Juventude
A final Os prováveis times que Zetti e Abel Braga mandarão a campo domingo, na primeira partida da final.
Juventude: Michel Alves, Elvis, Nunes, Laerte e Hélder; Renan, Juan Pérez, Lauro e Leandro Cruz; Mendes e Ivo. Técnico: Zetti. 4-2-2-2 Internacional: Clemer, Bustos, Índio, Sidnei e Marcão; Orozco, Magrão, Ji-Paraná e Andrezinho; Fernandão e Nilmar. Técnico: Abel Braga. 4-3-1-2
O Inter perde muito sem Guiñazu e Alex, ambos machucados, mas ainda assim e apesar das duas derrotas para o adversário da final esse ano, tem time pra ser campeão gaúcho pela 38ª vez. Se caso não seja campeão, o Juventude deve manter Zetti no comando.
Palpite: Juventude 2x2 Inter
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 17h38
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Homens de preto!!!
Por Diogo Marcondes
As torcidas organizadas levam a fama de serem violentas, e não cabe a mim defendê-los, a única coisa que digo é que não se pode generalizar achando que todo torcedor organizado é violento ou bandido. Não é bem assim.
Como também não podemos achar que grupos que se organizam para brigar, são influenciados por atitudes de jogadores e dirigentes. Briga quem quer e muitos gostam disso. Mas os dirigentes e os jogadores devem tomar cuidado em suas delcarações e atitudes para não irritar o torcedor que quer apenas torcer pelo seu time.
Dirigentes de São Paulo e Palmeiras não estão fazendo isso. Virou guerra entre as duas diretorias. Antes do clássico de domingo, Marco Aurélio Cunha, superintendente do São Paulo, e Toninho Cecílio, diretor de futebol do Palmeiras, trocaram farpas via imprensa.
O maior prejudicado nisso tudo é o torcedor de bem, que arrisca a vida indo a uma partida de futebol. Os dirigentes engravatados não dão a cara a tapa pelas ruas em dia de jogo, andam com seguranças e somem quando convém, além de não tomar chuva, sol ou ser maltratado em estádio de futebol.
Está na hora de os cartolas de São Paulo e Palmeiras colocarem a cabeça no lugar e entender que os maiores prejudicados por suas brigas são os próprios torcedores.
"Os dirigentes falam bobagem e agora eu tenho que arrumar as coisas. É o fim do mundo mesmo. Tem muita gente falando demais. Temos de deixar o jogador aparecer, essa que é a grande verdade. Já vivemos em um ambiente de muito violência. Toda hora a gente vê isso na televisão. É um jogo de futebol, mas se transforma em uma guerra", disse Muricy Ramalho.
As duas torcidas foram e voltaram em paz do Parque Antártica, pelo menos nada foi noticiado. Serve de exemplos aos dirigentes.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 13h54
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Palmeiras finalista!!!
Por Diogo Marcondes
Desde 2000 o Palmeiras não vencia o São Paulo em uma disputa mata-mata, à época o Verdão eliminou o Tricolor da Copa Havelange. Essa foi apenas a segunda vez que o Palmeiras atingiu tal feito. E com merecimento.
As partidas da semifinal foram muito parecidas. O primeiro jogo teve domínio do São Paulo, que tomou um gol, fez dois e poderia ter feito mais, mas não converteu as chances que teve. No jogo de domingo, o Palmeiras foi superior, fez dois gols, poderia ter feito mais também, e não tomou nenhum. O time comandado por Muricy Ramalho pouco assustou.
Sobrou ao Palmeiras o que faltou no primeiro jogo: vontade. O time foi pra cima. Léo Lima mandou uma bomba e abriu o placar para o alviverde ainda no primeiro tempo. Falha do Rogério? Não vejo dessa forma. O chute foi potente, tinham jogadores do São Paulo na frente e a bola faz uma curva logo depois de passar por sobre a cabeça de Hernanes.
O ataque são-paulino pouco produziu. Adriano esteve muito isolado e nas jogadas aéreas era marcado pelo Marcos. Isso mesmo. Luxa adiantou Marcos dois passos para marcar Adriano.
O gol do Palmeiras mudou a tônica do jogo. O São Paulo é quem tinha que atacar e deixava o espaço para o contra-ataque palmeirense. Foi assim que, no final do jogo, saiu o segundo gol palmeirense, o gol de Valdívia. Palmeiras na final.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 01h54
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Campeão da Taça Rio
Por Diogo Marcondes
 Jogadores do Botafogo "mergulham" em direção a taça Rafael Andrade/Folha Imagem
"Nada melhor depois de tudo que aconteceu. Agradeço à torcida, à diretoria, ao Cuca, ao Túlio e ao Zé Carlos, que me apoiaram muito. Uma vitória que enche a nossa torcida de orgulho e é a mais importante da minha vida, vou guardar para sempre. Agora, é comemorar com a família que esteve comigo esse tempo todo". A frase é do zagueiro Renato Silva, herói botafoguense na conquista do bicampeonato da Taça Rio.
Para chegar a conquista do último domingo, Renato Silva passou por muita coisa em 2007. Na segunda rodada da Taça Guanabara, quando atuava pelo Fluminense, Renato foi escolhido para fazer o exame anti-doping na partida contra o Volta Redonda, na segunda rodada da Taça Guanabara, no final de janeiro. O resultado de urina que ficou pronto em março comprovou o uso de maconha pelo atleta. Começava ali um pesadelo na vida do jogador.
O Fluminense não pensou duas vezes e rescindiu o seu contrato - o zagueiro tinha chegado do Flamengo credenciado por um bom trabalho, mas não vinha tão bem no Fluminense. À época, o coordenador de futebol do tricolor, Branco, afirmou que o clube tinha que dar exemplo aos garotos de Xerém. "O Fluminense tem uma tradição grande e deve ser respeitado. Temos uma garotada em Xerém para dar exemplo".
Renato Silva foi julgado e condenado a 120 dias de suspensão. Posteriomente conseguiu a redução da pena pela metade e a outra metade foi paga com doação de cestas básicas. Em maio, após cumprir os 60 dias de suspensão e já contratado pelo Botafogo, o zagueiro estreou no clube da Estrela Solitária na partida contra o Flamengo, time que enfrenta na decisão do Campeonato Carioca. A partida terminou empatada em 2 a 2.
No dia de sua estréia pelo Botafogo Renato disse: "Espero ir bem para que possamos (ele e Cuca) ser campeões juntos". Cuca foi quem deu a primeira oportunidade a ele no futebol e quem o chamou para jogar no Botafogo.
Mas chegar ao título domingo também não foi fácil. Renato Silva passou por maus momentos no Botafogo, principalmente depois da eliminação diante do River Plate. Ontem, as coisas também não foram boas no início. Aos 23 minutos o zagueiro fez pênalti em Washington. Para sorte do zagueiro, o Coração Valente mandou a bola na trave.
"Na hora que fiz o pênalti contra o Fluminese, me abalei. Naquela hora era só secar e rezar para o Castillo defender. Depois que a bola acertou a trave, voltei ao normal".
Aos 39 minutos do segundo tempo, o zagueiro se transformou em atacante decisivo. Fábio bateu cruzado e Renato Silva estufou as redes. Gol do título, da superação, da redenção. O Botafogo é campeão da Taça Rio e Renato campeão na vida.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 16h23
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Tricampeão pernambucano
Por Diogo Marcondes
Ninguém ganhou mais títulos em Pernambuco do que o Sport. Com a conquista da última quarta-feira o Leão chegou ao 37º título. O Santa Cruz tem 24 títulos e o Náutico, 21. Nas últimas 20 edições do campeonato, deu Sport em 12 delas.
O título desse ano veio após o empate com o Central, diante de mais de 24 mil torcedores na Ilha do Retiro. O Sport saiu na frente com Leandro Machado, aos 12, e Bebeto empatou, aos 32 do primeiro tempo. O 1 a 1 foi suficiente.
Ontem, com o taça em mãos, o Rubro-negro enfrentou o rival Náutico na última rodada do campeonato, na Ilha do Retiro. A partida foi muito disputada e terminou empatada em 0 a 0. A diretoria do Sport estuda aposentar a camisa 12 em homenagem à torcida.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 15h04
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l l l l S E Ç Ã O : L U D O P É D I O l l l l
Palmeiras x São Paulo no Parque Antártica
Por Diogo Marcondes
No dia 25 de outubro de 1936 começava a história do clássico Palmeiras x São Paulo. Nesse mesmo dia teve início a história dos duelos das duas equipes no Parque Antártica. A casa palmeirense foi palco de 29 partidas do Choque-Rei desde então, hoje acontecerá o 30º jogo. Lá já vimos jogos decisivos, gol de letra, eliminações, lances polêmicos, entre muitas outras coisas que compõe o clássico quando ele é jogado no Parque Antártica.
Na primeira partida, em 1936, deu Palmeiras, 3 a 0, gols de Mathias III e Rolando (2). Rolando, aliás, foi quem mais marcou gols no clássico jogando no Parque Antártica, cinco dos 38 tentos palmeirense. Pelo lado do São Paulo, Dentinho e Novelli marcaram dois (cada) dos 25 gols são-paulinos.
Em números de vitórias, apesar de não vencer o rival em casa há 12 anos (a última foi em 29/09/1996, 2 a 1), o Palmeiras leva vantagem nos confrontos. São 13 vitórias e nove derrotas, além de sete empates. Nos primeiros dez jogos, o Palmeiras venceu oito. Nos últimos dez, ganhou apenas um e perdeu cinco. O desequilíbrio desses números resultam no equilíbrio na contagem geral.
Outro fatos que comprovam o equilíbrio são os placares. O Palmeiras conseguiu derrotar o São Paulo com uma diferença de três gols em três oportunidades (3 a 0 foram os placares). O São Paulo nunca venceu por mais de um gol. Porém, a última vitória alviverde por três gols aconteceu em 27 de abril de 1969. Artime (2) e Ademir da Guia marcaram. De lá pra cá foram 12 jogos e as diferenças no placar não passaram de um gol. Será que se repetirá hoje?
Na última vez em que se encontram no Parque Antártica, deu São Paulo, 1 a 0, gol de Jorge Wagner.
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Jogos no Parque Antártica: 29 Empates: 7 Vitórias do Palmeiras: 13 Vitórias do São Paulo: 9
Gols do Palmeiras: 38 Gols do São Paulo: 25
Maior diferença de gols a favor do Palmeiras: 3x0 - 25/10/1936 - 10/07/1938 - 27/04/1969 Maior diferença de gols a favor do São Paulo: O São paulo nunca venceu por mais de um gol de diferença.
Primeiros dez jogos: Palmeiras venceu oito, perdeu um e empatou um. Últimos dez jogos: São Paulo venceu cinco, perdeu uma e empatou quatro. Último jogo: Palmeiras 0x1 São Paulo, gol de Jorge Wagner.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 03h45
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