Tem uma pedra no meio do caminho!!!
Por Diogo Marcondes
Atlanta-1996 e Sidney-2000 estão aí para provar que não é nada bom para a seleção brasileira de futebol masculino enfrentar uma seleção africana em mata-mata.
Em 1996, o Brasil enfrentou a Nigéria na semifinal. O time que contava com Dida, Ronaldo, Rivaldo e Bebeto vencia a partida por 3 a 1, mas deixou a seleção africana empatar. Na prorrogação, Kanu marcou o "gol de ouro" e decretou a frustrante eliminação brasileira.
Quatro anos depois, em Sdney-2000, novamente uma seleção africana no meio do caminho, o mesmo Camarões que a seleção enfrenta logo mais, também nas quartas-de-final. Ronaldinho Gaúcho estava em campo aquele dia.
De falta, ele marcou o gol que levou a decisão para a prorrogação, aos 47 min do segundo tempo. Na prorrogação, mais uma vez, o Brasil perdeu. Com dois jogadores a menos que a seleção comandada pro Vanderlei Luxemburgo, Mbami marcou o "gol de ouro" de Camarões a sete minutos do fim do segundo tempo.
Logo mais, às 7h da manhã, o Brasil tem a chance de mudar essa história. É a hora de tirar as pedras do caminho. É agora ou nunca. O vencedor enfrenta Holanda ou Argentina.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 03h45
[]
[envie esta mensagem]
|
Medalha!!! É ouro!
Por Diogo Marcondes
★ 5ª medalha [ouro] - Natação - 50 m livre - M
A primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos de Pequim é também a primeira medalha de ouro da história da natação do país nas Olímpiadas. O grande feito é de César Cielo, nos 50 m livre.
Com 21s30, bateu o recorde olímpico e ficou a dois centésimos do recorde mundial. A prata ficou com Amaury Leveaux, da França, com 21s45. Alain Bernard, também da França, atual campeão olímpico dos 100 m livre, faturou o bronze com 21s49.
Essa foi a segunda medalha de César Cielo nos Jogos - a primeira foi um bronze nos 100m livre. Com apenas 21 anos, o nadador conseguiu ir além de Ricardo Prado (prata nos 400 m medley em Los Angeles-1984) e Gustavo Borges (prata nos 100 m livre em Barcelona-1992 e 200 m livre em Atlanta-1996).
Um dia histórico. Uma conquista inesquecível. As imagens do nadador vendo que havia vencido a prova e comemorando como um louco e depois o choro durante o hino nacional são de emocionar qualquer um. Que venham mais ouros.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 03h03
[]
[envie esta mensagem]
|
Medalha!!!
Por Diogo Marcondes
★ 4ª medalha [bronze] - Natação - 100m livre - M
Mais um bronze. Dessa vez com César Cielo, nos 100m livre. O brasileiro obteve o tempo de 47s67, recorde sul-americano da prova, e terminou empatado com o norte-americano Jason Lezak. O ouro ficou com Alain Bernard, da França, com 47s21. O australiano Eamon Sullivan, faturou a prata com o tempo de 47s32.
O nadador agora compete nos 50m livre. "Vou buscar o ouro nos 50m", disse às lágrimas. O bronze nos 100m é histórico. Cielo repetiu Fernando Scherer, bronze em Atlanta-1996.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 02h38
[]
[envie esta mensagem]
|
Medalha!!!
Por Diogo Marcondes
★ 3ª medalha [bronze] - Judô - Categoria meio-médio (71kg) - M
Tiago Camilo, campeão mundial em 2007, era apontado como grande favorito na categoria meio-médio, mas não conseguiu subir ao degrau mais alto do pódio.
Depois de uma vitória por waza-ari e ippon nas duas primeiras lutas, Camilo tropeçou no alemão Ole Bischof (medalha de ouro) e perdeu por ippon. Voltou na respcagem e venceu as duas lutas. Na disputa do bronze, venceu Guillaume Elmont, da Holanda, por ippon. "Esse bronze valeu ouro", comemorou o judoca.
Essa foi a terceira medalha brasileira em Pequim, as três no judô, que se tornou o esporte com mais pódios olímpicos, 15 no total. Além disso, Tiago Camilo chega a sua segunda medalha olímpica, em Sidney-2000 ele foi prata na categoria leves.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 02h34
[]
[envie esta mensagem]
|
Medalha!!!
Por Diogo Marcondes
★ 1ª medalha [bronze] - Judô - Categoria leve (57kg) - F
A primeira medalha brasileira em terras chinesas foi também a primeira medalha olímpica conquistada por uma brasileira em provas individuais na história. O feito foi alcançado pela judoca Ketleyn Quadros.
Ketleyn venceu a primeira luta, mas foi na luta seguinte foi derrotada pela holandesa Deborah Gravenstijn, que terminou com a prata. Na repescagem, a brasileira venceu as duas lutas.
Na disputa pelo bronze, a adversária foi Maria Pekli, da Austrália. Ketleyn venceu no golden score por ippon. Histórico.
★ 2ª medalha [bronze] - Judô - Categoria leve (73kg) - M
Leandro Guilheiro conquistou a medalha de bronze em Atenas-2004 (a primeira do Brasil naqueles jogos) e repetiu o feito agora em Pequim-2008. Mas não foi fácil o caminho até uma nova medalha.
No intervalo de quatro anos, Guilheiro passou por cirugias no quadril e no pulso, lesão nas costas, tendinite nos ombros... Por tudo isso a medalha tem um sabor ainda mais especial.
O brasileiro venceu três das seis lutas que fez por ippon. Perdeu a terceira luta por waza-ari para o sul-corenao Ki Chun Wang. Venceu os dois combates da repescagem e na disputa pelo bronze precisou apenas de 23 segundos para vencer Ali Malomat, do Irã, por Ippon.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 02h20
[]
[envie esta mensagem]
|
Quem pode nos trazer o ouro?
Por Diogo Marcondes
No Pan-2007 foram 54 medalhas de ouro. Recorde brasileiro. Muitos acham que chegaremos perto desse número nas Olímpiadas. Não, não chegaremos. Nem no total alcançaremos tantas medalhas.
Um exemplo de que nas Olímpiadas o nível é outro é que o brasileiro João Derly, bicampeão mundial no judô (categoria meio-leve até 66kg), foi eliminado na segunda rodada e volta pra casa sem nenhuma medalha.
Eu acredito que as seleções masculina e feminina de futebol e volêi podem trazer a medalha dourada. Dessas quatro, a maior favorita é a equipe treinada por Bernardinho. Ricardo e Emanuel, no volêi de praia masculino, também têm grandes chances. Tiago Camilo, no judô meio-médio, prata em Atenas-04, chega forte.
Diego Hypólito, na ginástica artística, tem tudo para subir ao degrau mais alto do pódio. Robert Scheidt, na classe star da vela, deve brigar pela medalha. Tem ainda César Cielo, na natação, Juliana e Larissa, volêi de praia, Maurren Maggi, no salto em distância, Jadel Gregório, no salto triplo, Marilson dos Santos, na maratona, que se não são grandes favoritos, podem chegar.
Ficaremos longe das grandes potências, mas acredito em mais ouro do que conquistamos em Atenas.
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 04h22
[]
[envie esta mensagem]
|
Cantos de torcidas
"Vou ver o Brasil ser campeão eu tô na China não é mole não"
Torcida brasileira, no ritmo de "vou torcer pro Grêmio bebendo vinho", antes da estréia da seleção masculina de volêi contra o Egito
Escrito por Equipe ARQUIBANCADA às 04h20
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|